Aghata de Castro

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Aghata de Castro a Deusa dos passivos, louca por sexo

Ola meus amores, sou esta linda acompanhante, pele bronzeada, toda gostosa pra você.

Em relação ao meu atendimento sou bem completa, ativa e passiva, beijos ardentes, adoro iniciantes, sou uma boneca bem carinhosa, dotada duríssimo pra você se deliciar, sou bem tranquila, amo dar leitinho.

Estou disponível todos os dias, qualquer hora no meu prive super discreto e tranquilo e também em hotéis, motéis e local do cliente, favor ligar com 20 minutos de antecedência.

Aceito  todos os Cartões 

2 Comentários

  1. Rafael disse:

    A melhor travesti de Goiania, lugar super discreto e tranquilo. O maior pau que ja vi e senti, cheguei la e ja estava duro, quase nao aguentei. Que delicia vou voltar mais vezes

  2. JOSE ROBERTO SANTOS disse:

    Em outras datas, falei da minha fascinação por Aghata de Castro. Não foi ela a primeira em minha vida passiva. até porque não moro em Goiânia, onde vou periodicamente a trabalho. Mas foi nela que encontrei os melhores prazeres. Depois de tantas vezes com ela, fiquei seletivo. Se tenho o melhor, para que me entregar a um número dois? Não mesmo. Depois de algum tempo, passei a acreditar que o que mais gosto não é de dar meu rabinho, mas de dar meu rabinho a Aghata. E ela sabe disso e me dá todos os carinhos que gosto.
    Pois bem, fiquei um tempo sem ir a Goiânia e já não me aguentava de vontade de estar com ela. Na última quinta feira liguei para ela e perguntei se poderia ter o final de semana só para mim. Fis a proposta de que cobriria todas as procuras que ela tivesse. Não é justo o prejuízo!
    Ela ficou até eufórica. Gostou da proposta e combinamos que chegaria a Goiânia no sábado de manhã.Dito efeito.
    Do aeroporto, liguei avisando que estava chegando e que pegaria um táxi. Meia hora depois, la estava eu. Mala de bordo e minha pasta de trabalho.
    Aghata veio abrir-me a porta vestindo um conjunto na cor vinho com detalhes em prata. Linda! Abaixo da cintura o roupão se abria deixando a mostra aquelas coxas lindas.
    Já dentro de casa, ela pegou meus pertences e levou para um dos quartos. Avisou para esquecer aquilo naqueles dais.
    Pegou-me pela mão e fomos até a copa, onde esperava um lauto cafe da manha. Pensara em tudo.
    Enquanto fazíamos o desjejum, namorávamos e trocávamos dezenas de beijos. Encerrada aquele momento, fui conduzido ao quarto principal onde ela simplesmente me despiu. Em seguida, fomos para o banheiro para o banho preparatório. Ela já havia se banhado, mas não resistiu e caiu debaixo da ducha comigo.
    Ali, começamos nossas safadezas e sacanagens. Nos beijamos e nos chupamos muito.Não falei par ela, mas estava louco pelo momento da CAMA!!!
    A sessão de chupação continuou. Tenho que lhes dizer que este caralho que aparece na foto é REAL
    E outro detalhe é que o meu é pouco menor, mas mais grosso. Então, ela também gosta. Mas tenho o propósito de colocar todo ele na boca tudo aquilo na boca e, igual a um sucuri, ir abocanhando aos poucos até vê-lo sumir garganta adentro.É uma alegria quando consigo. mas ficamos ali naquele chupa chupa e beija beija. Em determinado momento ela ficou a me chupar sozinha enquanto seu dedo fazia carinhos em meu cu.Eu gemia loucamente de satisfação. O tesão parecia uma fornalha dentro de mim. Aghata tirou o pau da boca e o dedo do cuzinho e foi fazer o cunete mais delicioso do mundo. Nestas alturas, eu já estava desvairado. Ela mandou que eu ficasse de ladinho, a posição que mais gosto quando ela faz a primeira penetração. Havia muito tempo que eu não era arrombado e a gentileza de Aghata fez toda a diferença. Aos pouquinhos aquele totem foi invadindo meu corpo e eu só ouvia sua voz me acalentando.
    Todo dentro!
    Dei uma reboladinha para acomodar o cacete dentro de mim. Ficamos de conchinha por uns dez minutos.
    Vagarosamente, ela foi tirando o pau de dentro de mim.
    Quando ele estava fora, ela me pegou pelas pernas e me fez deitar para um frango assado.Depois daquele tempo de concha, meu cu já estava uma bela loca.
    Aghata levantou minhas pernas e fez uma penetração de uma vez só, mas, vagarosamente. Senti aquele porrete parecendo bater em meu queixo.
    Tirou de novo e ficou batendo com ele na porta de meu cùzinho. Sem eu menos esperar, la veio ela novamente. Agora, sem complacência. de uma vez só. Forte. Firme. Eu fui a loucura. Urrei de achar bom. Dai em diante, foi um show de cacete. Uma surra. Ela batia sem trégua. Eu não sabia mais oque fazer de tanto achar bom.La pelas tantas, ela disse que meu pau parecia um pedaço de madeira. Eu lhe disse que era o tamanho do meu tesão.
    Sem eu esperar, ela pegou-me pelos cabelos e firmemente puxou minha cabeça em direção a sua boca e passamos a nos beijar enquanto ela entrava e saia. Em dado momento, ela parou de bater e ficou com o cacete entalado em meu cu. Todinho. Dai em diante os movimentos foram contínuos e firmes, enquanto eu dançava um babolê em sua vara. E beijos sedentos, molhados, suculentos sempre com meus cabelos presos pela sua mão esquerda. Em dado momento, ela percebeu que eu estava para gozar. Jogou minha cabeça de volta ao travesseiro e retomou a arte de comer bem um cuzinho saliente e desejoso.
    Ela passou a bater uma deliciosa punheta em mim, enquanto seu pau entrava e saia de mim sem dó e nem piedade. Gozei uma loucura. Voou porra até meu peito.
    Comecei a relaxar meu corpo, quando novamente Aghata agarrou-me pelos cabelos, sem qualquer cerimônia e, agora, com mais força. Jogou seu corpo sobre o meu e voltou a beijar com uma sofreguidão que eu nunca tinha visto. E tome cacete. Fodeu! fodeu! e Fodeu! Comecei a perceber que sua expressão começara a mudar e os beijos ficaram mais selvagens.
    Ela jogou minha cabeça para traz outra vez e fez uma coisa que nunca havia feito antes, desde que nos conhecemos. Com a voz meio rouca perguntou-me se queria beber leitinho e nem esperou pela resposta. Saiu do meio das minhas pernas e se posicionou acima de minha cabeça e veio o jato de porra que acertou minha boca e meu rosto. O segundo jato ela já acertou todo em minha boca. Acabou de gozar e ficou de pé na minha frente, ainda com aquele pau maravilhoso duro. Lentamente abocanhei aquela chapeleta gostosa e passei a sugar até a última gota. Levantei-me e me posicionei a sua frente e nos demos um longo beijo de paixão.
    Esse foi o período da manha do sábado.
    O final de semana foi inesquecível.
    Obrigado, Aghata!

    PS. Ela não quis me cobrar pelos programas dispensados

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